Guerra Cultural: Um novo MILAGRE…

Sob as bênçãos de Nossa Senhora – padroeira do Brasil – fiquei assombrado com cenas e fotografias dos fatos ocorridos na cidade de São Paulo no último dia 11 de outubro; todavia, ciente de que o Plano de Deus é perfeito, acredito ter presenciado um novo milagre.
Calma…
Não estou sob efeito de entorpecentes – como sugerem algumas imagens dos referidos manifestantes – e muito menos sob possessão demoníaca, muito embora alguns candidatos estejam “fazendo o diabo” para vencer. Todavia, foram apocalípticos (em seu sentido literal: REVELADORES) os atos ocorridos nas terras brasileiras do portador das chaves do céu.
Inicialmente vemos todo o “amor” e “empatia” daquela multidão vandalizando (ação conexa aos bárbaros vândalos) o patrimônio público. Supondo que eu ainda seja livre para questionar: esses “heróis” da ordem usam o caos como meio?
Testemunhamos também muito “amor” e “empatia” dessa turba que hostilizava os funcionários que mantinham sua responsabilidade remunerada na preservação dos bens que eram atacados. Assim, indaguei-me: esses “heróis” do respeito usam injúrias e ameaças como meio?
Registrou-se a presença de muitos “heróis” de todo esse “amor” e “empatia” com seus rostos cobertos e encapuzados; então, perguntei-me: por que defensores de tão nobres valores e sentimentos deveriam se esconder?
Sinceramente, não me recordo de ter visto aquela verde-amarela, com os dizeres “ORDEM E PROGRESSO”. Aliás, qual bandeira esses “heróis”, munidos de “amor” e “empatia”, tinham como baluarte?
Diante dessas inquietações (e sátiras) acima narradas, não demorei para vislumbrar que os supramencionados “heróis” nada mais são que vítimas – o que não os exime de suas responsabilizações – dos verdadeiros vilões. Mas, quem são esses algozes?
A resposta é evidente em meio às trevas através de outra reflexão: quem lucra com a eterna luta de classes?
Tal embate não se restringe ao “burguês versus proletariado”, pois evolui para “homens versus mulheres”, passando por “trans versus cis”, culminando em “pais versus filhos”.
Esquece-se , assim, que a Humanidade evoluiu a partir das diferenças, nunca esquecendo que somos todos humanos, iguais na LIBERDADE RESPONSÁVEL.

Apenas um associado…

Gunther Schmidth de Miranda

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